Autor: Redação do Portal
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As informações foram repassadas pela Polícia Civil durante uma
entrevista coletiva concedida à imprensa na tarde desta quarta-feira. Em
depoimento à polícia, os suspeitos alegaram que cometeram o crime
porque temiam a reação do comerciante, caso ele descobrisse a traição.
Mas a polícia acredita que a mulher teria mandado matar o marido para
não ter que dividir os bens com ele em caso de separação.
Com base nas investigações da Polícia Civil, um capacete deixado pelo
acusado no dia do crime, o depoimento de testemunhas e a frieza da
esposa da vítima foram elementos que ajudaram na elucidação do crime.
A técnica de enfermagem viveu 17 anos ao lado do comerciante e teve
dois filhos com ele, mas nos últimos dois anos mantinha um
relacionamento extraconjugal com o caseiro. Segundo a delegada de
homicídios de Campina Grande, Nercília Dantas, as investigações indicam
que a vítima era uma pessoa boa, sem histórico de violência.
Crime foi tratado como latrocínio inicialmente
A vítima foi Geraldo Ângelo dos Santos Júnior, de 35 anos, morto a facadas no dia 31 de dezembro do ano passado no bairro das Malvinas. Na época, o crime foi tratado como latrocínio, pois, de acordo com a polícia, Ângelo tinha saído para comprar uma sopa e um remédio na farmácia e foi abordado por criminosos que anunciaram um assalto enquanto estava chegando em casa. Ele teria reagido à ação e por esse motivo esfaqueado na calçada da porta da residência onde morava.
A vítima foi Geraldo Ângelo dos Santos Júnior, de 35 anos, morto a facadas no dia 31 de dezembro do ano passado no bairro das Malvinas. Na época, o crime foi tratado como latrocínio, pois, de acordo com a polícia, Ângelo tinha saído para comprar uma sopa e um remédio na farmácia e foi abordado por criminosos que anunciaram um assalto enquanto estava chegando em casa. Ele teria reagido à ação e por esse motivo esfaqueado na calçada da porta da residência onde morava.
Fonte: Redação do Portal Vale do Piancó Notícias com G1