Autor: Redação do Portal
Quando os pais, Genildo Martins de Moraes e Maria Rosileide Vicente
Diniz, descobriram a doença começou o drama da família. No início, a
criança foi internada por várias vezes no Hospital e Maternidade Caçula
Leite, na cidade de Conceição até ser submetida a exames, depois que os
médicos desconfiaram das frequentes entradas da criança na unidade
hospitalar e ela não apresentava melhora no seu quadro clínico.
Há cerca de 8 dias, saiu o exame e foi diagnosticado que o pequeno
Emanoel estava acometido da doença. De imediato, o paciente foi levado
para o hospital Universitário na cidade de Campina Grande, onde se
encontra internado.
Durante uma entrevista à VPNTV, o pai da criança, emocionado pediu
ajuda para a criança e para as viagens que a família precisa fazer até a
cidade de Campina Grande.
A Leishmaniose é uma das doenças que mais afeta os cães no Brasil.
Transmitida pela picada de mosquitos, a enfermidade pode causar
problemas dermatológicos (perda de pelos em focinho, orelhas e região
dos olhos), crescimento anormal das unhas, emagrecimento progressivo,
anorexia, e dependendo das complicações e da evolução do quadro, o
animal pode morrer. Muitas vezes, o cão está doente e o proprietário não
percebe. Já há tratamento, porém a prevenção ainda é a melhor opção. Se
prepare que vem textão!
Classificada entre as seis endemias prioritárias no mundo – segundo o
Ministério da Saúde -, acometendo principalmente cães, gatos e humanos,
a Leishmaniose é desconhecida por muitas pessoas. Os números da doença –
segundo o Ministério da Saúde – revelam o impacto dela no Brasil: 90%
dos casos da Leishmaniose Visceral Canina na América Latina acontecem no
Brasil. Entre o ano de 2009 e 2013, 18 mil casos foram confirmados em
humanos. A doença vem ganhando a atenção de todos, pois os casos estão
aumentando a cada ano, assim como a taxa de mortalidade de cães e
humanos.
A transmissão da Leishmaniose Visceral Canina ocorre pela picada das
fêmeas infectadas do Lutzomyia longipalpis, conhecido como
“mosquito-palha” ou “mosquito pólvora”. Primeiro o inseto infectado
(vetor) pica o cão infectado (ou outros hospedeiros vertebrados, como
gato, gambá, cavalo) e ingere a leishmania em sua forma amastigotas, que
está presente no animal contaminado. Esta transforma-se dentro do
intestino do vetor em promastigota, que é a forma infectante. Essa nova
forma, através da picada do vetor irá infectar humanos e novos animais,
destruindo seu sistema imunológico.