
“Vai ser uma grande ajuda. Alguns municípios irão usar o dinheiro para pagar dívidas em atraso com fornecedores, vai dar um aquecimento, mas em algumas cidades não será suficiente, por conta de folhas em atraso”, declarou.
Ele negou que a liberação das verbas, prevista para o final de dezembro, esteja associada a uma ‘ajuda’ do governo federal para os prefeitos pressionarem os parlamentares para votar a Reforma da Previdência.
“O presidente não questionou o apoio dos prefeitos à reforma da previdência. Os R$ 2 bilhões foram um compromisso do governo federal feito no mês passado. O que ele alega é que com a aprovação da reforma, a economia vai melhorar, dará sinais de crescimento, da volta do trabalho, vendas no comércio e indústria”, disse.
Tota Guedes observou ainda que a matéria é de interesse das prefeituras e observou que, em caso de aprovação, passará por um período de transição.
“A reforma da Previdência é do interesse de todos, inclusive, dos municípios. Ela terá que ser enfrentada pelos governos. É preciso ter a consciência de que é preciso fazer alguma coisa para que não haja uma quebradeira como ocorreu em outros países”, finalizou.
Fonte Ascom