
A sanção foi aplicada em decorrência de irregularidades como aplicações insuficientes em educação e saúde, desvio de bens, despesas não licitadas e outras não documentalmente comprovadas.
O ex-prefeito, que não apresentou defesa, poderá fazê-lo, agora, em grau de recurso. O conselheiro Fernando Catão foi relator do processo.
Baía da Traição
O ex-prefeito de Baía da Traição, Manuel Messias Rodrigues, também teve as contas de 2014 reprovadas em decorrência de aplicações em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino (MDE) abaixo do limite constitucional, como entendeu o relator Fernando Catão. Ainda cabe recurso.
Fonte MaisPB com TCE-PB