
Segundo o MPF, alguns dos envolvidos cometeram crimes como fraude licitatória e organização criminosa.
Para o MPF, os envolvidos frustraram caráter competitivo da licitação, mediante ajuste, combinação ou qualquer outro expediente, com o intuito de obterem vantagem decorrente de adjudicação de objeto, envolvendo convênio firmado com o Ministério do Turismo para a realização das obras de urbanização da Praça Coração de Jesus no valor de R$ 195.114,39 mil.
Além das penas privativas de liberdade, o MPF requer, ainda, perda de cargos dos servidores públicos envolvidos. O órgão federal também ajuizou uma Ação Civil Pública contra os suspeitos, onde requer punição por improbidade administrativa.
Fonte portalcorreio