Classificando cada uma delas para você treinar em casa, antes de fazer seu teste:
Horário: 19:h00min as 20:h30min de segunda a sexta sempre no mesmo horário.
Local: Na sede do Piancó Online.
Endereço: Rua Elzir Matos, centro da cidade, próximo a Dudu Sat.
Na parte de comédia você vai criar uma cena engraçada que faça alguém rir com aquela sua história.
O Drama (Que é a junção de tragédia com traços da comédia), Tragédia (A forma grega de se dramatizar, onde personagens da aristocracia são vitimados pelo destino, provocando a busca do sentido da existência)
Tecnicamente, define-se o Suspense como o momento no qual predomina um sentimento de apreensão, e no cinema é o recurso de narrativa que busca provocar no espectador este sentimento. Este momento de apreensão foi um recurso que sempre foi utilizado pelos cineastas deste o começo do cinema para dar emoção as cenas de seus filmes. Resumindo, o SUSPENSE é quando o espectador sabe o que vai acontecer e torce para que o personagem se dê conta e se safe do perigo.
TERROR é quando nem o personagem e nem o espectador sabe o que vai acontecer e quando o fato acontece os dois levam um susto e ficam completamente apavorados até o final da cena. Modelo de terror.
Agora imagine a mesma cena sendo realizada de maneira que nem o personagem e nem o espectador saiba que existe uma bomba no elevador. O personagem tranquilamente caminha para o elevador. O espectador, embora saiba que alguma coisa vai acontecer, ele fica na expectativa, mas não apreensivo. Já que ele não sabe o que vai ocorrer. Porém, no momento em que o personagem aperta o botão do andar pretendido, a bomba dispara a sua contagem e no momento em que o personagem descobre que isto está ocorrendo o espectador também descobre junto com ele. O personagem leva um susto e o espectador também. A partir daí o personagem entra em desespero e o espectador (dependendo da qualidade da cena) fica também completamente perturbado com a situação. Então quando a bomba está para explodir, podem acontecer duas coisas: segundos antes da explosão o personagem consegue sair um andar antes ou alguém de forma misteriosa consegue retirá-lo um andar antes da explosão. Ou então a câmera dá um corte e mostra (sem detalhes) apenas a explosão quando o personagem vai desta para outra melhor, aí temos, tanto num caso como no outro, o TERROR CLÁSSICO. Porém, pode acontecer de quando o personagem descobre e desesperadamente tenta de tudo para se safar e não conseguindo o pior acontece. Isto é, a bomba explode e o personagem vai desta para uma melhor; porém, com a diferença de que a câmera mostra com detalhes o momento da explosão: com o terror estampado do personagem e as suas partes sendo lançadas aos quatro cantos, com close e tudo a que tem direito. Neste caso temos o TERROR EXPLÍCITO.
Para a personagem, o jogo da ficção transforma-se em realidade, a mentira em pura verdade. E ao dar corpo a esta ficção, ao transformar-se voluntariamente em quem não é, o homem acaba por encontrar a sua verdadeira natureza, o seu carácter autêntico, que a vida de marginal insignificante (até então a sua única realidade) nunca lhe tinha permitido revelar (Lotman, 1978: 122).
Ficção é o termo usado para designar uma narrativa imaginária, irreal, ou para redefinir obras (de arte) criadas a partir da imaginação. Em contraste, a não-ficção reivindica ser uma narrativa factual sobre a realidade. Obras ficcionais podem ser parcialmente baseadas em fatos reais, mas sempre contêm algum conteúdo imaginário.
No cinema, ficção é o género que se opõe a documentário.
Por que fazemos ficção? Por que criamos ilusões de realidades, espaços e pessoas inexistentes para contar histórias que nunca aconteceram? Por que produzimos imagens que não se encontram na natureza, de forma a materializar visualmente as ideias que temos na cabeça? Por que escrevemos roteiros, filmamos e editamos fotografia, cinema e vídeo?
O Homem é o único animal que produz ficção. É o único ser vivo que cria uma aparência de realidade para enganar a si próprio ou a seus similares. Todos os outros seres interagem com a realidade material, e apenas com ela — enquanto o Homem, não satisfeito em alterá-la, procura também criar uma espécie de nova realidade: a ficção. Ali, o Homem é capaz de moldar o ambiente e seus elementos, de acordo com sua vontade.
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