
A informação foi confirmada pelo Cabo Nóbrega, que faz parte do destacamento da cidade. Os moradores que compraram o decibelímetro são comerciantes do Centro da cidade que não aguentavam mais serem incomodados com sons extremamente altos.
Eles acionavam a Polícia que fazia somente o trabalho educativo, porque não podia multar ou aplicar qualquer pena por não possuir o equipamento que comprovaria a infração à lei.
De acordo com o Cabo Nóbrega, o município registra uma média de 30 reclamações de perturbação ao sossego por mês, números considerados altos para a cidade que possui uma população de cerca de 11 mil habitantes.
As ocorrências são mais frequentes, segundo ele, durante os fins de semana. Ele informou que a Companhia de Polícia ainda não tinha solicitado o equipamento à Corporação e que a população teria se antecipado e adquirido para fazer a doação.
O uso de som abusivo em veículos de acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) resulta em infração grave, podendo acarretar pena de multa e retenção do veículo.
Fonte: portalcorreio